29 maio 2011

A fórmula de Deus, por Sérgio Batista

O livro que eu escolhi foi a “Fórmula de Deus” devido ao facto de, nas apresentações de Português, os que o leram recomendaram-no e também porque achei o resumo interessante. Eu já tinha lido um livro de José Rodrigues dos Santos “A ilha das Trevas”, que gostei muito, porque acho que o autor fala mais de aventura do que um romance vulgar. O que não me cativou neste livro “Fórmula de Deus” foi o seu tamanho, é um bocado assustador.
Eu gostei logo da maneira como o livro começa. Fala sobre um encontro que ocorreu há 50 anos atrás, entre Einstein e o Primeiro-Ministro israelita, e o assunto era sobre a possibilidade de Einstein ter desenvolvido uma bomba nuclear de fácil fabrico. Após esta introdução volta tudo ao presente. Tomás Noronha, que é a personagem principal, tem como principal missão descodificar um velho documento. O que eu gostei é que Tomás Noronha é tipo um agente duplo, ele trabalha para CIA e para o governo do Irão. A parte romântica entre ele e Ariana Pakravan na maior parte do tempo não me cativou muito. Ao longo do livro Tomás Noronha tenta desvendar o mistério e vai-se envolvendo em grandes aventuras. Uma delas correu menos bem e foi preso, mas conseguiu libertar-se devido à ajuda de Ariana Pakravan. Tomás, a partir daqui, anda a fuga. É desde esta parte que o livro fala mais de Química e um dos temas que mais me ficou em memória foi a teoria do Big Bang. Com o passar do tempo ele começa a perceber que não se trata de uma bomba atómica mas sim de prova da existência de Deus. Como o manuscrito de Einstein não era sobre qualquer questão relacionada com armas nucleares, a prova da existência de Deus acabou por ser o objectivo de Tomás.
Através de cifras e outras coisas, Tomás conseguiu o que pretendia demonstrar à CIA, a prova da existência de deus.
Eu gostei do livro, devido a três factos. Primeiro foi a Historia em si, achei muito interessante e com muita acção. Em segundo porque fiquei a saber que a crise nuclear no Irão é um facto real que eu não conhecia. E, por último, foi a questão da morte. O tema da morte foi muito falado no fim do livro quando o pai de Tomás morre. “A nossa passagem pela vida é, na maior parte das vezes, mal aproveitada. A verdade é que, no nosso dia-a-dia, temos tendência a dar importância a coisas insignificantes e tendemos a esquecer o que é realmente importante.”
Uma citação que me ficou em memória.


Sérgio Batista nº26, 12ºA

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